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Bill Gates apresenta vaso sanitário que não precisa de água ou ligação à rede

Bill Gates apresenta vaso sanitário que não precisa de água ou ligação à rede

27/11/2018

O produto é resultado de uma pesquisa financiadas pelaFundação Bill e Melinda Gates, a maior organização filantrópica particular do mundo. Para que isso acontecesse foi desenvolvida uma tecnologia que transforma os dejectos humanos em fertilizante. “Eles (os vasos sanitários inteligentes) recebem os dejectos líquidos e sólidos e fazem um trabalho químico, o que inclui ‘queimá-los’ na maioria dos casos”, disse Gates, sem entrar em detalhes, durante entrevista à agência de notícias Reuters.Durante a apresentação do vaso sanitário, numa feira realizada na China há duas semanas, o fundador da Microsoft destacou o papel social e ambiental de sua nova proposta. “O vaso sanitário de hoje simplesmente manda os dejectos embora na água, enquanto estes vasos sanitários inteligentes sequer têm esgoto”, disse.Bill Gatesacha que os vasos sanitários são um negócio sério e está apostando que uma reinvenção desse conforto essencial pode salvar meio milhão de vidas e gerar uma economia de cerca de 235 bilhões de dólares.Sem alternativas rentáveis aos esgotos e instalações de tratamento de resíduos, a urbanização e o crescimento da população vão agravar a situação.Em algumas cidades, mais da metade do volume de dejetos humanos vaza para o ambiente sem tratamento. Cada dólar investido em saneamento rende cerca de 5,50 dólares em ganhos económicos globais, de acordo com a Organização Mundial da Saúde.O reinventado mercado do vaso sanitário, que atraiu empresas como a japonesa LIXIL Group do Japão, poderia gerar 6 bilhões de dólares por ano em todo o mundo por volta de 2030, segundo Gates.Gates descreveu a mudança das privadas tradicionais para os modelos sem água como um passo importante para a sociedade, semelhante ao desenvolvimento da computação, na década de 70, época em que o executivo ajudou afundar a Microsoft ao lado de Paul Allen.

A rara ameba que come 'cérebro' humano e pode ser encontrada em lagos e piscinas sem tratamento

A rara ameba que come 'cérebro' humano e pode ser encontrada em lagos e piscinas sem tratamento

23/10/2018

No mês passado, um surfista morreu após contrair a infecção, decorrente de uma ameba (um tipo de organismo unicelular), em uma piscina de ondas no Texas, Estados Unidos.Na Argentina, este ano, um menino de oito anos contraiu a ameba e perdeu a vida depois de ter nadado em uma lagoa.Também no início deste ano, uma menina de dez anos sobreviveu à infecção do parasita após contraí-la em uma piscina municipal da Espanha - neste caso, uma rara ocasião em que a vítima resiste, já que 97% dos casos de meningoencefalite amebiana primária são letais.Afinal, do que se trata este mal de nome complicado?Por que a bactéria se alimenta de 'cérebros'?De acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), a ameba Naegleria fowleri é um microrganismo que vive em ambientes úmidos, como solos mais encharcados e fontes de água fresca, doce e morna - como rios e lagoas. Em casos de menor incidência, esses microrganismos podem ser encontrados também em piscinas com tratamento de cloro inadequado ou na água de torneira aquecida.Segundo o CDC, a presença dessa ameba em ambientes aquáticos doces é comum, mas as infecções são raras - não há ainda métodos e métricas satisfatórias para quantificar a incidência da meningoencefalite amebiana primária no material líquido e a ligação disso com a contaminação em humanos.Quando ocorre, a infecção se dá com a entrada da água contaminada no corpo pelo nariz.É desta forma que o parasita chega ao cérebro e ataca o tecido cerebral. Daí o nome pelo qual esse organismo é conhecido: "a ameba que come cérebros". A alimentação basal delas, porém, conta com bactérias encontradas nos sedimentos de regiões alagadas. Temperaturas quentes favorecem o desenvolvimento do microrganismo: por isso, a maioria dos casos ocorre no verão.Os sintomas iniciais se parecem com os de uma meningite bacteriana, como dor de cabeça, febre e náusea; com a piora, podem surgir torcicolo, perda de equilíbrio e convulsões.Segundo o CDC, estão descartadas infecções por meio da ingestão pela boca de água contaminada ou do contato entre pessoas.Existe tratamento?Felizmente, trata-se de uma infecção rara.De acordo com o CDC, apenas 143 pessoas contraíram essa infecção nos Estados Unidos entre 1962 e 2017. No entanto, somente quatro sobreviveram."Houve 34 registros de infecções nos Estados Unidos nos 10 anos entre 2008 e 2017, apesar das milhões de exposições à água em atividades recreacionais a cada ano. Como comparação, nos 10 anos entre 2011 e 2010, houve mais de 34 mil mortes por afogamento no país", diz o site do órgão.No Brasil, estudos da década de 80 indicaram registros de cinco casos da infecção no país. Mas, segundo o parasitologista Danilo Ciccone Miguel, os dados disponíveis não permitem afirmar com convicção que eles foram decorrentes da Naegleria fowleri. Apenas um destes casos foi submetido a uma análise mais precisa."O caso descrito e confirmado por métodos imunológicos para detectar a presença da ameba em cortes de cérebro foi de um paciente no Rio de Janeiro e realizado post-mortem. Não há artigo para este relato, apenas uma descrição do caso foi publicada em uma conferência no Colorado, Estados Unidos, em 1983", escreveu à BBC News Brasil por e-mail Miguel, professor e pesquisador do Instituto de Biologia da Unicamp."A demora no diagnóstico aliada à rápida evolução da doença tornam a confirmação da etiologia (o estudo das causas) bastante complicada. Logo, acredita-se na subnotificação de casos não só no Brasil, como no mundo todo". O pesquisador brasileiro conta ainda que, no país, amostras coletadas em piscinas e lagos artificiais em locais como Porto Alegre e Rio de Janeiro já detectaram a presença de diferentes amebas que podem causar outras doenças no homem. É o caso das acantamebas, que podem gerar ceratite (inflamação da córnea), encefalite (levando à inflamação e inchaço do cérebro) e infecções na pele."Contudo, sem dúvida, a espécie Entamoeba histolytica é a mais comum no Brasil e no mundo. É responsável por causar amebíase intestinal e extra-intestinal no homem", explica o pesquisador, lembrando que a amebíase também pode ser fatal.Rituais acendem alerta em países como o PaquistãoPara tratar a meningoencefalite amebiana primária, costuma-se usar uma droga antiparasitária chamada miltefosina. Em 2013, essa medicação salvou duas vidas.Neste ano, a menina de dez anos que sobreviveu à ameba na Espanha também foi tratada com antiparasitários, já que antibióticos não funcionam nesses casos.Por aspectos culturais, a infecção exige uma maior atenção em países como o Paquistão, em que rituais de ablução (purificação na água) aumentam a probabilidade do contato do nariz com a água contaminada.Quando se trata da prevenção, o recomendado é que se mantenha a água distante do nariz ao nadar e mergulhar em água doce, seja cobrindo o nariz com a mão, deixando-os fora da água ou usando itens para cobrir os orifícios.

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