Video Aviso sobre vendas SAP Mais de 25 anos de história na fabricação de equipamentos para desobstrução de redes coletoras de esgoto. Segurança e Satisfação - A Produtos SAP fabrica varetas, pontas, cabos, acionadores manuais, engates com preço justo e qualidade! Parcerias de Qualidade - Trabalhamos em parceria com grandes empresas privadas e públicas do setor, além de companhias de água e esgoto municipais além de revendadas de todo o Brasil. Qualidade dos Produtos - Nossos equipamentos são fabricados com materiais de procedência, todos laudados e certificados.

PNAD aponta avanços no saneamento básico e no combate ao analfabetismo

Imagem retirada de http://dssbr.org/site/2012/04/dez-anos-da-pnad/

Imagem retirada de http://dssbr.org/site/2012/04/dez-anos-da-pnad/

Estudo ouviu moradores dos mais de 65 milhões de lares brasileiros, no ano passado. Desemprego voltou a subir, pela primeira vez, desde 2009.

O IBGE divulgou, nesta quinta-feira (18), a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que ouviu moradores dos mais de 65 milhões de lares brasileiros, no ano passado. O estudo apontou avanços no saneamento básico e no combate ao analfabetismo. Mas o desemprego voltou a subir, pela primeira vez, desde 2009.

O que era uma grande atração virou entulho. O dono nem tem certeza se o aparelho de DVD funciona ou está quebrado.

“Não sei, pode ser que esteja, faz tanto tempo que a gente utilizou”, conta o estudante Antônio Veras.

A sala do Antônio é um retrato das mudanças nos domicílios do Brasil.

Jornal Nacional: Onde é que fica o rádio?
Antônio: Bom, ficava exatamente aqui.
Jornal Nacional: Ah, ficava?
Antônio: Ficava aqui.
Jornal Nacional: Não tem mais?
Antônio: Não tem mais.

Antônio continua ouvindo rádio, mas no computador, que já está em quase metade dos lares. Enquanto aparelhos de rádio e DVD vão desaparecendo. O ano de 2013 foi o primeiro em que mais da metade da população acessou a internet. E mais brasileiros puderam ler o que está escrito na tela, apesar dos 13 milhões de analfabetos, a taxa de analfabetismo, que tinha voltado a crescer em 2012, caiu, para 8,3%. Mas taxa de desemprego, que vinha caindo desde 2009, subiu: saiu de 6,1%, em 2012, para 6,5%, no ano passado.

“O que a PNAD está refletindo, é um mercado de trabalho bastante fraco, que gera muito pouco emprego. Tão pouco que, apesar de ter muita gente que está desistindo de procurar emprego, a taxa de desemprego e o número de desocupados continua aumentando. Certamente é um sinal de que o baixo crescimento da economia está começando a afetar o mercado de trabalho”, afirma o economista José Márcio Camargo.

A renda média dos trabalhadores subiu 5,7%, mas esse aumento veio acompanhado de uma má notícia. A concentração de renda num país é medida pelo índice de Gini, em que o zero representa a igualdade absoluta e o um a concentração máxima. Segundo os números do IBGE, nos últimos anos a concentração de renda no Brasil vinha melhorando. Mas a pesquisa mostra que em 2013 essa tendência se interrompeu. E a desigualdade teve um ligeiro aumento.

Os 10% da população que ganham mais, em média R$ 6.930, tiveram um aumento de renda de 6,4%. Já os que ganham menos, em média R$ 235, tiveram um aumento bem menor: 3,5%.

“Essa é uma notícia ruim e bastante preocupante. Principalmente se um dos objetivos finais de políticas públicas é diminuir pobreza”, diz o economista Rudi Rocha Castro.

O acesso das casas à rede de esgosto aumentou um ponto percentual, para 64,3%.

Em 2013, os trabalhadores mais velhos ganharam espaço. Em relação a 2012, o número de pessoas empregadas com idade de 18 a 29 anos diminuiu. E o maior aumento foi para quem têm mais 50 anos.

Aos 55, Maria do Carmo conquistou uma vaga com carteira assinada, para trabalhar com a eficiência dos mais jovens e acrescentar os detalhes que a vida vai ensinando.

“Eu não me troco por uma menina de 30. Tem menina de 30 que não faz o que eu faço”, conta Maria do Carmo.

Ministro fala sobre aumento da taxa de desemprego
O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos disse que o aumento da taxa de desemprego foi maior entre os jovens porque muitos deles deixaram de trabalhar para se dedicar aos estudos. Marcelo Neri disse também que a elevação da desigualdade de renda foi só no ano passado.

“Os dados de 2014 já mostram que a desigualdade de renda do trabalho está caindo a uma taxa de zero ponto um pontos por mês, é a maior queda dos últimos dez anos, então esse é o primeiro ponto. Depois de dez anos consecutivos de redução de desigualdade, é natural que a série tenha uma certa flutuação. Mas a boa notícia é que ela já voltou a cair em 2014”, destaca o ministro.

Fonte: Jornal Nacional - Tv Globo